26 de junho de 2017

Tipo lança "Acção-Reacção", primeiro single do seu álbum de estreia

Tipo nasceu no início de 2015, quando Salvador Menezes (co-fundador dos You Can’t Win, Charlie Brown) decidiu tirar uma semana e meia de férias da sua aborrecida rotina.


Tendo à sua disposição o Casio dos anos 80 do tio, a guitarra com 3 cordas dos anos 90 da irmã, a bateria dos anos 2000 do irmão e o seu baixo, computador e voz, criou 4 canções. Concorreu ao apoio fonográfico da GDA e ganhou.

Dois anos depois, este Tipo já mudou de emprego, de casa, lançou o terceiro álbum dos You Can't Win Charlie Brown e foi pai. Já não está aborrecido e tem agora músicas suficientes para lançar o seu primeiro disco.


"Acção-Reacção" é o single de apresentação. O videoclipe foi realizado e produzido pelos "We Are Plastic Too", com direcção de fotografia do João Souza e iluminação dos "Side Effects".

Co-produzido por Afonso Cabral, Luís Nunes e Salvador Menezes, o álbum sairá brevemente com o selo da Pataca discos e o apoio da Vodafone FM. Conta também com alguns convidados, nomeadamente Tomás Sousa neste (single) “Acção-Reacção”.

23 de junho de 2017

Moonspell anunciam concertos de lançamento do novo disco "1755"

Os Moonspell e a Alma Mater Records orgulham-se de apresentar os três primeiros concertos da tour 1755 numa data dupla em Lisboa (30 e 31 OUT) e num regresso muito aguardado ao Porto onde não tocam há mais de dois anos, no primeiro de novembro.


Estes concertos são produzidos e organizados pela própria banda, em parceria com a sua editora própria Alma Mater Records, com o apoio da Napalm Records. Um regresso às origens a vários níveis, nomeadamente, no que diz respeito à ligação direta com os seus fãs e ao envolvimento total em todas as fases de construção deste espetáculo: desde o conceito à sua realização. Não sendo um típico caso de crowdfunding é o modo que consideram ideal para que o fã de Moonspell possa apoiar e comprar diretamente à banda.

1755 é o novo disco dos Moonspell, cantado em Português, acerca do Grande Terramoto de Lisboa. Uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. O novo disco será tocado na íntegra em Lisboa e no Porto, sendo que o alinhamento para estes concertos inclui também temas obscuros da carreira dos Moonspell.

Musicalmente, 1755 é um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital Portuguesa na altura.

Serão dez temas que na carreira da banda encontram ecos longínquos em discos como "Under the Moonspell" ou "Alpha Noir" mas que apresentam, sobretudo, uns Moonspell como nunca os ouviram a cantar um Portugal e uma Lisboa que não é solarenga, nem turística, nem luminosa.

É um disco histórico, rigoroso e sério. A besta negra que fazia falta à Música contemporânea em Portugal.

[Comunicado de imprensa]

Mais informações:
Os bilhetes para os concertos 1755 incluem como oferta uma das edições do disco que não estará disponível nas lojas até ao dia 3 de Novembro, data oficial de lançamento:
40 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 em vinil duplo
30 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 digipack
Os primeiros quinhentos compradores, terão as edições assinadas pela banda.
Reservas, informações e bilhetes disponíveis em: www.letsgo.pt.

Trêsporcento lançam novo vídeo e anunciam novas datas

Os Trêsporcento regressaram em abril deste ano com "Território Desconhecido", novo longa duração que marcou também a colaboração entre a banda e Flak (Rádio Macau, Micro Audio Waves), que produziu este disco.

Depois do lançamento dos singles "O Sonho", que passou várias semanas na liderança no ranking de temas mais votados pelos ouvintes da Antena 3, e "Tempos Modernos", cujo vídeo realça a importância da preservação da nossa costa, chega o vídeo de "A Ciência", um dos temas mais orgânicos do disco, que capta de forma mais crua a energia criada pela banda na sala de ensaios. 


Realizado e editado por Francisco B. Froes, o vídeo é composto essencialmente por imagens do dia do concerto de apresentação de "Território Desconhecido" no Estúdio Time Out em Lisboa - o primeiro duma sequência de datas de apresentação do disco que incluirá ainda, entre outras a anunciar, presenças no Festival Mêda + (29 de Julho) e no Festival do Crato (26 de Agosto). 

"Território Desconhecido" é o terceiro longa-duração de originais da banda, seguindo-se a «Hora Extraordinária» (2011) e «Quadro» (2012), tendo estes sucedido ao EP de estreia «Trêsporcento» (2009). Neste intervalo, a banda editou ainda «Lotação 136», um álbum gravado ao vivo no Teatro Aberto, em Lisboa, em 2014 e, em 2015, lançou dois singles, «Homem Novo» e «Aguentem-se os Fracos».

[Comunicado de imprensa]

18 de junho de 2017

Vencedores do Passatempo Festival WoodRock 2017

Já são conhecidos os vencedores de passe geral para o WoodRock Festival 2017:

Carlos Pereira
Magali Dias

Parabéns! Cada um ganhou uma entrada para o festival que decorre a 20 a 22 de julho em Quiaios, Figueira da Foz. Devem enviar o número de BI/CC por mensagem privada para o nosso Facebook.


Obrigado a todos os participantes!

Evento no Facebook:


13 de junho de 2017

Rosemary Baby apresenta "Timeless" em Lisboa no dia 22 junho

Depois de verem lançado o seu segundo álbum de originais, os Rosemary Baby têm já marcada a data de apresentação em Lisboa. Acontece a 22 junho no DAMAS - Bar • Sala de Concerto e tem entrada livre.

Não é segredo que os Rosemary Baby são o playground criativo por excelência de Bruno Rosmaninho, músico responsável por todas as músicas e letras da aventura que iniciou, em 2013, com "The First Time".

Este ano, Timeless chega-nos com a ambição de ser um espelho da alma do músico, um disco de rock & roll onde naturalmente misturou, canção a canção, a magia da folk ou o lado onírico da pop.



Ao guardar a honestidade e sinceridade de uma história que se continua a escrever, Timeless é o reflexo de um quotidano em que cabem todas as alegrias e tristezas, encontros e desencontros.

As primeiras notas do disco levam-nos para Don't you wanna know, canção escrita para um amigo cuja doença e tratamento quase levou. Segue-se Selfish, uma viagem à vida de artista e ao egoísmo que tantas vezes lhe é inerente. Já I can't breathe, primeiro single, chega-nos como um grito contra o racismo, a partir da história de Eric Garner, morto pela polícia de Nova York. Com a participação especial de Pedro Tatanka na slide guitar , este é o relato de como um pequeno gesto altera o rumo de uma vida. Two Jerks é o deambular entre as aventuras e desventuras de um DJ que, como tantos outros, faz o que faz com amor (mesmo diante daqueles que não o ouvem da mesma forma). Já Splashes, tema que conta com a participação especial de Iolanda Costa, é uma conversa de pai para filha e lança-nos num diálogo que só pode ser entendido à luz do coração. A sexta canção do álbum, Dangerous Imagination, é o resultado de uma noitada que só traz problemas que parecem não ter solução mas que lhe servem de inspiração. 
''Quanto estás inspirado a tocar no sofá e a tua filha vem de repente e coloca-te um nariz de palhaço, achado na rua umas horas antes. É linda a vida.'' conta-nos Wondering Clown. Paranoid surge-nos como mais uma dimensão desta experiência que é a vida de Rosmaninho: da falta de inspiração surge a insistência, da insistência a paranóia. A isto junta-se uma fogueira e gente a dançar à volta e já se tem tudo o que é preciso para construir uma história. 
A fechar o disco está Walking on my Footsteps, o confronto entre as inseguranças da juventude e as inseguranças da vida adulta.

É este conjunto de pequenas odes à beleza das pequenas coisas que é finalmente apresentado ao vivo em Lisboa.

[Comunicado de imprensa]

11 de junho de 2017

Disco da Semana | LÂMINA - Lilith

"Lilith" é o nome do álbum de estreia dos lisboetas LÂMINA, editado a 2 de junho com o selo da raging planet.

LÂMINA nasceu em agosto de 2013, pela mão de Vasco Duarte (guitarra e voz), Sérgio Costa (guitarra), Katari (bateria) e Filipe Homem Fonseca (baixo). O quarteto já abriu para Greenleaf e Acid King e tocou em festivais como o Sonic Blast Moledo e o Reverence Valada, em edições por onde passaram bandas como Pentagram ou Sleep.

Os concertos de LÂMINA são uma intensa experiência sensorial e um convite à percepção de um universo misterioso e oculto. Sejam bem-vindos.

[Comunicado de imprensa]

5 de junho de 2017

"Kite" é o primeiro single de Nadia Schilling

"Kite" é o primeiro single de "Above the Trees", o disco de estreia de Nadia Schilling, que será lançado no outono de 2017. A cantautora faz-se acompanhar de Filipe Melo (piano), João Hasselberg (baixo elétrico) e Bruno Pedroso (bateria).

"Ela Melhora" assinala o regresso dos OIOAI

Os OIOAI de Pedro Puppe, João Pinheiro, João Neto, Bernardo Barata e agora também de João Gil têm disco lançamento agendado para setembro. A primeira amostra é esta excelente "Ela Melhora".


Pedro Puppe nasceu em Lisboa em 1979. Fundou os Oioai em 2002, banda de que assina todos os temas. Em 2013 encetou um projecto a solo, pelo qual lançou o disco Setembro. Seguiu-se Miúda, com Mel do Monte Fred Ferreira e Tiago Bettencourt e temas como "Durmo com quem eu quero". Compõe regularmente para outros intérpretes, como Diogo Piçarra. É autor de “Pertencer”, interpretado pelos Xutos e Pontapés. Em 2015, ganhou um Prémio Sophia para Melhor Canção Original pela música do tema “Clandestinos do Amor”, interpretado por Ana Moura no filme “Os Gatos Não Têm Vertigens”.


João Neto nasceu em Lisboa em 68. Depois de quase uma década ao serviço dos fuzileiros, sai para formar os Maltês. Banda de originais em português de sua autoria, foi a última a tocar no mítico Jonhy Guitar.
Em 2002 forma com Puppe, Bernardo Barata e João Pinheiro os OIOAI.
Seguem-se participações em diversos projectos, como editor de texto e vocalista na banda do Kalu, dos Xutos e Pontapés e outra vez como autor na banda Non Violent Pictures.
Edita também, de novo com os Maltês, um disco acústico sobre animais.
Hoje integra a banda do poeta e músico bangladeshiano K. M. Anwar Mostafa.


João Pinheiro, nascido em Lisboa e músico de profissão. Começou por tocar piano em criança, toca também percussões e vibrafone, mas é como baterista que segue o seu percurso na música. Na adolescência foi membro fundador de bandas como os Pope's Bull e Tv Rural. Mais tarde, fundou os GNU, integrou a formação inicial dos OIOAI e participou, em 2008, na reunião dos Ephedra, banda de rock psicadélico dos anos 70. Fez parte do projecto “Parque” de Ricardo Jacinto. Trabalhou com José de Castro, João Coração, Flak, Benjamim, Márcia, Bernardo Barata, Jorge Cruz, O Martim, Hugo Correia, entre outros. Participou nos concertos “Dinamite”, de tributo à cantora Dina. Actualmente faz parte das bandas Diabo na Cruz, Real Combo Lisbonense, OIOAI, Cassete Pirata e Flak. Em 2004 terminou a licenciatura em Filosofia, na Faculdade de Letras de Lisboa e estudou Jazz na escola JBJazz, também em Lisboa. Foi professor de música do 1º ciclo e dá aulas privadas de bateria.


João Gil, nascido a 1 de Maio de 1980, desde muito cedo que se interessa por música. Aos 6 anos começa a aprender guitarra como autodidacta e aos 20 anos entra na Escola de Jazz do Hot Clube, onde completa o curso de guitarra e piano.
É no final do seu curso de música que começa a trabalhar como músico profissional e é nessa altura que começa a tocar com os grupos You Can’t Win, Charlie Brown e Diabo na Cruz, com os quais toca actualmente.
A solo cria um projecto chamado Vitorino Voador, que surge na fase das variadas bandas em simultâneo, quando se apercebe que nem toda a música que faz se encaixa nas suas bandas. A grande razão de ser deste projecto é a total liberdade de composição. Tem um EP e um LP editados, o primeiro chama-se Vitorioso Voo e o segundo O Dia em que Todos Acreditaram.
Encontra-se neste momento em fase de pré-produção para o seu próximo disco.
É parte integrante da nova formação de OIOAI e encontra-se neste momento a terminar o disco mais recente da banda.


Bernardo Barata, Lisboa, Julho de 1976. Baixista com Oioai, Feromona, Real Combo Lisbonense, Diabo na Cruz e O Clube. Trabalhou em discos com Os Quais, Joana Barra Vaz, Rosemary Baby, Minta & Brooktrout, Black Leg, David Pires, Chibazqui, Tiago Guilul, António Zambujo, Manel Fúria, Tv Rural, Wado, Mariana Norton, Erica Buettner, Gui Amabis, Cícero Lins, Marcelo Camelo, Momo, Miguel Araújo, Capitão Capitão, Henrique Janeiro, João Coração, José Castro, Márcia, Nick Nicotine's Orchestra, Ricardo Martins ou Mohammed Reza Mortazawi.