29 de abril de 2017

Disco da Semana | The Quartet of Woah! - The Quartet of Woah!

José Cid em "10.000 anos depois entre Vénus e Marte" ao vivo

Neste que é também o ano da edição em disco do espetáculo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte", José Cid volta a apresentar ao vivo a obra que lhe valeu a internacionalização, dia 1 de maio na Aula Magna em Lisboa e 6 de maio na Casa da Música no Porto. 


Corria o ano de 1978 quando José Cid lançou pela editora Orfeu aquela que viria a tornar-se numa das obras de maior sucesso de Rock Sinfónico do mundo: "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Passados quase 40 anos volta agora a trazer a palco a história ficcional do homem e da mulher que regressam à terra 10.000 anos depois da sua total destruição, para repovoá-la. 

O primeiro álbum de rock espacial português, baseado na ficção cientifica, conta com o mellotron e os sintetizadores para lhe conferir uma sonoridade característica elevando assim o som base de guitarra, baixo e bateria originalmente criado por José com Mike Sergeant, Ramon Galarza e Zé Nabo.

Aclamado pela critica, este foi considerado pela revista Billboard como um dos melhores 100 discos de Rock Progressivo do mundo de todo o sempre. Os muitos fãs da obra concordam e é pelos inúmeros pedidos de mais apresentações, desta que é também uma ópera-rock, que agora José Cid voltará a dar-lhe vida em duas datas únicas em Lisboa e no Porto.

[Comunicado de imprensa]

15 de abril de 2017

Miguel Araújo no C.C. Olga Cadaval a 21 de abril

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multi-facetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.


Depois de “Cinco Dias e Meio (2012) e de “Crónicas da Cidade Grande” (2014), Miguel Araújo prepara agora o terceiro álbum de originais, com lançamento previsto para Fevereiro deste ano. A 21 de Abril, o CC Olga Cadaval recebe o concerto de Miguel Araújo, onde irão ser apresentados vários temas do novo álbum e também os sucessos já bem conhecidos do público, entre os quais “Os Maridos das Outras”, “Dona Laura” ou “Recantiga”. "1987" é o single de avanço para o novo disco "Giesta".


1.ª Parte - VIA

Nasceu no Porto e chama-se Elvira Brito e Faro, mas todos a tratam por Via. Autodidata na guitarra e no ukelele. Em 2014 e no ano seguinte inicia o seu projeto musical, VIA, numa formação com mais 3 elementos. Ao concorrer ao EDP Live Bands, entre mais de 300 bandas, conseguem chegar à final. Estava dado o pontapé de saída para o percurso de um projeto que promete dar que falar na música portuguesa, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no seu primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. O single de avanço sairá brevemente.


[Comunicado de imprensa]

14 de abril de 2017

WoodRock Festival 2017: line up final, alinhamento por dias e cartaz oficial

Os ingleses Vodun, os suiços Black Willows e os portugueses CORREIA e Her Name Was Fire, são os 4 últimos nomes de um conjunto de 14 bandas que nos dias 20, 21 e 22 de julho, atuarão na Praia de Quiaios, na Figueira da Foz.


Revelado fica também o cartaz e imagem oficial, bem como o alinhamento por dias, das 14 bandas. Os passes gerais mantêm se até 31 de maio no valor de 21 euros, data após a qual se fixarão no seu valor definitivo de 24 euros e os passes parciais (apenas para os dias 21 e 22) têm um valor fixo de 22 euros. Ambas as modalidades de passes garantem o acesso gratuito ao Parque de Campismo de Quiaios desde o dia 20 até ao dia 24 e à entrada na piscina de Quiaios a um preço reduzido.


Encontram se à venda nas lojas FNAC,WORTEN ,aos balcões do CTT e em https://woodrock.bol.pt, estando também disponíveis nos dias do festival nas bilheteiras do recinto.

Os bilhetes diários terão os seguintes valores e só estarão disponíveis nos dias do festival, nas bilheteiras do recinto:
6 euros para dia 20
11 euros para dia 21 
14 euros para dia 22

A NOSSA PRAIA É O ROCK.

[Comunicado de imprensa]

Novo vídeo para The Happy Mess: "Love is a Strange Thing"

"Love is a Strange Thing" dá o arranque para a apresentação do terceiro álbum dos The Happy Mess.

Um vídeo realizado por David Francisco/Moopie, que teve carta branca da banda para criar um universo visual para este tema que mergulha nas particularidades do amor nos pequenos e colossais detalhes que nos inquietam, que nos tornam eufóricos e felizes, por vezes irremediavelmente incoerentes e irracionais. 


Os The Happy Mess mantêm as referências ao universo Indie/Pop que tem cativado público nacional e internacional. A produção deste tema ficou a cargo de Rui Maia (X-Wife / Mirror People) e Fred Ferreira(Orelha Negra / Banda do Mar).

O grupo é composto por Miguel Ribeiro (voz e guitarra), Joana Duarte (voz e sintetizadores), João Pascoal (baixo) & Hugo Azevedo (bateria), Zé Vieira (guitarra) e Afonso Carvalho (teclados).


Recentemente integraram a comitiva WHY Portugal na maior representação portuguesa no Eurosonic Noordeslag onde tiveram a oportunidade de mostrar a sua música a público e profissionais de todo o mundo.

[Comunicado de imprensa]

13 de abril de 2017

Minta & The Brook Trout editam "Slow" em vinil e desvendam temas inéditos

Slow, o terceiro disco de Minta & The Brook Trout e o primeiro com o selo da NorteSul, vai ter reedição em vinil, acompanhada por uma série de novidades.

Depois de um ano bem preenchido, marcado por canções como “I Can’t Handle The Summer” ou “Bangles”, uma série de concertos em Portugal e uma digressão pela Califórnia — na sequência da edição americana, com o selo da Gaylord’s Party Music, de Oakland —, Slow vai agora ao encontro dos amantes de vinil e colecionadores.

Dia 12 de maio, a rodela preta de Slow vem acompanhada pelas ilustrações originais de José Feitor, que neste formato ganham novo sentido.

Para celebrar a reedição especial, a NorteSul disponibiliza dois temas inéditos de Minta & The Brook Trout, em formato digital, a partir de 17 de abril. Canções a meio caminho entre Slow e o próximo disco da banda, escritas por Francisca Cortesão (voz e guitarra) e produzidas em parceria com Mariana Ricardo (voz e baixo), a dupla criativa no centro das operações, e arranjadas em conjunto com o restante elenco de luxo que completa a banda – Bruno Pernadas (guitarra), Margarida Campelo (voz e teclados) e Tomás Sousa (bateria e voz).


Entretanto, eis "In Spain", último single do disco e uma das canções tocadas na recente passagem de Minta & The Brook Trout pelo No Ar, da Antena 3 (onde teve lugar uma versão inédita de "Walk Like An Egyptian”, das Bangles).


A primavera marca também um novo arranque na digressão de Slow à qual serão acrescentadas novas datas muito em breve.

PRÓXIMOS CONCERTOS
19 de Maio · LISBOA · Festival de Telheiras
27 de Maio · CALDAS DAS TAIPAS · a anunciar
22 de Junho · AVEIRO · Teatro Aveirense
8 de Julho · SINTRA · Centro Cultural Olga Cadaval

[Comunicado de imprensa]

Mazgani: novo single e vídeo

"The Traveler" é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro. Depois do álbum de versões, Lifeboat, editado em 2015, em que nos trouxe a sua versão pessoal de temas de Chavela Vargas, Elvis Presley, PJ Harvey ou Leonard Cohen “gente que nos impede que o céu nos caia em cima”, como acertadamente se escreveu na imprensa portuguesa, é com "The Traveler", que Mazgani regressa à escrita das suas próprias canções: "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando", descreve o luso-iraniano. O videoclipe para este tema foi realizado por Edgar Keats.



Mazgani produziu o novo disco juntamente com PEIXE, que também gravou guitarras. No baixo contou com Victor Coimbra e na bateria Isaac Achega. Este novo trabalho foi gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho.

"Entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar". Mazgani

[Comunicado de imprensa]

20 de março de 2017

Ganso mostram primeira canção "Quando a maldita"

De Lisboa, os GANSO lançaram o primeiro EP “Costela Ofendida” (quem nunca teve uma?) em 2015 com êxitos de sucesso como "Pistoleira" e "Lá Maluco". Se ainda não conhece recomenda-se vivamente que vá escutar. Pode mudar a sua vida.

Agora em 2017, esse grande ano, irão lançar o primeiro longa-duração “Pá Pá Pá” pela Cuca Monga. Gravado em Alvalade por Diogo Rodrigues, os GANSO estão prontos para um safari urbano-rural (leia-se, um passeio por Portugal) com um conjunto de nove canções apetitoso, sem dúvida gourmet. Na verdade todo o disco será um safari no melhor sentido da palavra. Deve escutá-lo com binóculos, com um belo chapéu de aventureiro e sem dúvida entrará no maravilhoso mundo de aventura proporcionado por cinco amigos. O maravilhoso mundo da inocência e das canções genuínas. O maravilhoso mundo da amizade e da boa disposição. Um mundo maior do que o anterior. Um mundo, meu caro leitor.

Está aqui a primeira canção "Quando a Maldita". O início do tal safari num comboio circense, Syd Barrettiano, a uma velocidade agradável não muito rápida para apreciar sem enjoar. Devagarinho se torce o pepino. A primeira de nove canções. A primeira de muitas.

[Comunicado de imprensa]

15 de março de 2017

Mariano Marovatto apresenta vídeo "Lá cima ao castelo"

"Lá Cima ao Castelo" é originariamente uma moda cantada durante a Festa do Castelo que ocorre anualmente na primeira semana de maio em Monsanto, aldeia de Castelo Branco, na Beira. A festa celebra a vitória do povoado sobre o cerco de sete anos do exército Romano, durante o século II. Além da referência ao castelo e à gastronomia da festa, a letra gira em torno do flerte de um rapaz com uma moça. Mas isto é apenas a ponta do iceberg, ou melhor, do monte santo beirão.


Dentro do contexto da pesquisa etnomusicológica de Selvagem, Monsanto serve Mariano Marovatto como uma espécie de big-bang da lusofonia exaltada no álbum. O castelo, as casas, as calçadas, enfim, todas as construções de Monsanto são feitas de granito, a mesma pedra que presente em todos os morros e montanhas do Rio de Janeiro natal de Marovatto. Ao contrário do granito indomável carioca, foram muitos os povos que domesticaram o granito de Monsanto: visigodos, romanos, mouros, espanhóis de outrora, portugueses de todos os séculos. A profusão de mitos, o imenso cancioneiro e o linguajar peculiar desse monte único do território português é de fato espantoso e, logo, inevitável dentro do universo proposto por Selvagem. Outra curiosidade descoberta por Mariano é que lá vivem os últimos descendentes do navegador Pedro Alvares Cabral, o primeiro português a "descobrir" o Brasil em 1500. A escolha deste tema como o tema de lançamento do álbum em Portugal parecia portanto algo mesmo predestinado.

O videoclipe foi feito pela cineasta russa Anastasia Lukovnikova - responsável pelo clipe de "Lampião", compacto anterior de Selvagem - em outubro de 2016 durante a primeira visita de Marovatto ao povoado no qual surgiu a canção: uma espécie de "redescoberta" desta terra primeira - retorno ao início de toda a história luso-brasileira que percorre Selvagem.

As imagens captadas por Anastasia tentam emoldurar a infinitude mitológica musical de Monsanto e servem como acompanhamento ideal para o arranjo tenso, repetitivo e, ao mesmo tempo, misterioso da gravação de Marovatto.

O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música.

“Selvagem” é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países.

“Selvagem” não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.

Agora, residente em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto apresentará "Selvagem" esta sexta-feira na Casa Independente, em Lisboa.