20 de março de 2017

Ganso mostram primeira canção "Quando a maldita"

De Lisboa, os GANSO lançaram o primeiro EP “Costela Ofendida” (quem nunca teve uma?) em 2015 com êxitos de sucesso como "Pistoleira" e "Lá Maluco". Se ainda não conhece recomenda-se vivamente que vá escutar. Pode mudar a sua vida.

Agora em 2017, esse grande ano, irão lançar o primeiro longa-duração “Pá Pá Pá” pela Cuca Monga. Gravado em Alvalade por Diogo Rodrigues, os GANSO estão prontos para um safari urbano-rural (leia-se, um passeio por Portugal) com um conjunto de nove canções apetitoso, sem dúvida gourmet. Na verdade todo o disco será um safari no melhor sentido da palavra. Deve escutá-lo com binóculos, com um belo chapéu de aventureiro e sem dúvida entrará no maravilhoso mundo de aventura proporcionado por cinco amigos. O maravilhoso mundo da inocência e das canções genuínas. O maravilhoso mundo da amizade e da boa disposição. Um mundo maior do que o anterior. Um mundo, meu caro leitor.

Está aqui a primeira canção "Quando a Maldita". O início do tal safari num comboio circense, Syd Barrettiano, a uma velocidade agradável não muito rápida para apreciar sem enjoar. Devagarinho se torce o pepino. A primeira de nove canções. A primeira de muitas.

[Comunicado de imprensa]

15 de março de 2017

Mariano Marovatto apresenta vídeo "Lá cima ao castelo"

"Lá Cima ao Castelo" é originariamente uma moda cantada durante a Festa do Castelo que ocorre anualmente na primeira semana de maio em Monsanto, aldeia de Castelo Branco, na Beira. A festa celebra a vitória do povoado sobre o cerco de sete anos do exército Romano, durante o século II. Além da referência ao castelo e à gastronomia da festa, a letra gira em torno do flerte de um rapaz com uma moça. Mas isto é apenas a ponta do iceberg, ou melhor, do monte santo beirão.


Dentro do contexto da pesquisa etnomusicológica de Selvagem, Monsanto serve Mariano Marovatto como uma espécie de big-bang da lusofonia exaltada no álbum. O castelo, as casas, as calçadas, enfim, todas as construções de Monsanto são feitas de granito, a mesma pedra que presente em todos os morros e montanhas do Rio de Janeiro natal de Marovatto. Ao contrário do granito indomável carioca, foram muitos os povos que domesticaram o granito de Monsanto: visigodos, romanos, mouros, espanhóis de outrora, portugueses de todos os séculos. A profusão de mitos, o imenso cancioneiro e o linguajar peculiar desse monte único do território português é de fato espantoso e, logo, inevitável dentro do universo proposto por Selvagem. Outra curiosidade descoberta por Mariano é que lá vivem os últimos descendentes do navegador Pedro Alvares Cabral, o primeiro português a "descobrir" o Brasil em 1500. A escolha deste tema como o tema de lançamento do álbum em Portugal parecia portanto algo mesmo predestinado.

O videoclipe foi feito pela cineasta russa Anastasia Lukovnikova - responsável pelo clipe de "Lampião", compacto anterior de Selvagem - em outubro de 2016 durante a primeira visita de Marovatto ao povoado no qual surgiu a canção: uma espécie de "redescoberta" desta terra primeira - retorno ao início de toda a história luso-brasileira que percorre Selvagem.

As imagens captadas por Anastasia tentam emoldurar a infinitude mitológica musical de Monsanto e servem como acompanhamento ideal para o arranjo tenso, repetitivo e, ao mesmo tempo, misterioso da gravação de Marovatto.

O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música.

“Selvagem” é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países.

“Selvagem” não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.

Agora, residente em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto apresentará "Selvagem" esta sexta-feira na Casa Independente, em Lisboa.

12 de março de 2017

"Luís Severo" nas lojas a 17 de março

Depois do aclamado Cara d’Anjo, Luís Severo regressa com um novo longa duração e apresenta agora um novo single e videoclipe “Boa Companhia”. O disco foi gravado e produzido em Alvalade com a ajuda do Diogo Rodrigues e do Manuel Palha e masterizado pelo Eduardo Vinhas no Golden Pony.

Uma edição Cuca Monga/Sony, já está disponível no bandcamp e poderá ser encontrado nas lojas a partir de 17 de março.



Luís Severo irá apresentar este novo disco ao vivo no dia 29 de Março no Teatro Ibérico e os bilhetes já se encontram à venda.

“Era o início de 2016 e eu andava na estrada a tocar o Cara d’Anjo. Já meio cansado daquelas canções, sabia que queria aproveitar o momento e escrever já outro disco. Desta vez, um disco mais solitário, onde a solidão no processo me proporcionaria uma liberdade que nunca tivera outrora. Quis romper com o método de escrever canções que tinha até então, método que me parecia demasiado saturado em mim próprio. Ao piano e sem pressa, explorei e repeti todas as melodias mais naturais que por mim passavam. Muitas delas estavam aos anos na minha cabeça e ouvidos, à espera de uma canção que lhes desse uma vida. Deixei o meu velho hábito de escrever a letra antes da música, e fui soltando algumas palavras sem sentido enquanto cantava as melodias. Muitas dessas palavras lançadas ao calhas tornaram-se chavões das próprias histórias, posteriormente construídas em seu redor. Talvez seja esse processo que marca a diferença deste disco, que terá maior oralidade e fluidez lírica.


Já sabia que o Diogo Rodrigues iria gravar o disco comigo. Ele era já carta certa nos meus concertos ao vivo e anfitrião de Alvalade, estúdio que também tinha passado a ser meu. Sentia que faltava outra pessoa para nos ajudar, trazendo ideias novas, e rompendo as demasiadas rotinas que a minha dupla com o Diogo já tinha. Lembrei-me do Manuel Palha que me impressionou bastante durante os ensaios da primeira Festa Moderna. O Manuel era completamente diferente de mim no método, conhecimento, procura e gosto. Um músico fora de série com a sensibilidade certa para me corrigir, sem me estragar. Os três fomos fluindo nos arranjos e produção até que, pontualmente, chamámos outros amigos. O Francisco Ferreira acabou por gravar mais teclados do que alguma vez esperámos, contribuindo fortemente para a massa de texturas do disco. O Tomás Wallenstein tocou violinos e apareceu nas alturas certas para desbloquear impasses. A Violeta Azevedo gravou flautas e o Salvador percussões. No fim veio o coro formado pela Teresa Castro, a Bia Diniz e o Manuel Lourenço. Estes três compinchas foram incansáveis e acrescentaram um lado muito orgânico ao disco.

Para o concerto de apresentação no Teatro Ibérico preparei aquele que é talvez o meu formato mais ambicioso: voz e piano. Sem pressas, vou percorrer as canções novas (e até mesmo algumas antigas), acompanhado pela mesma solidão e liberdade que possibilitou este trabalho.”

Luís Severo

[Comunicado de imprensa]

27 de fevereiro de 2017

Benjamim e Barnaby Keen revelam o segundo single de "1986"

"Terra Firme" é o segundo tema extraído de "1986", um álbum feito a meias pelos dois escritores de canções, multi-instrumentistas e produtores Benjamim e Barnaby Keen.

Depois de 'Warm Blood', a dupla apresenta uma canção em português do disco bilingue, com Benjamim a assumir a voz principal, enquanto Barnaby assegura as segundas vozes e, entre outros instrumentos, é responsável por um solo de saxofone que remete para um passado musical na banda filarmónica da escola secundária.

'Terra Firme' é uma canção de protesto, inspirada pelo desconforto do nosso presente e no actual rumo da Humanidade. Numa altura em que assinalamos os 30 anos da morte de José Afonso, a canção continua a ser uma arma. Se não é contra a burguesia, que seja apenas contra a indiferença e a alienação. Segundo Benjamim, o receio do futuro não pode acinzentar o presente. Para que a norma não seja o medo e que o “porto seguro” seja o verdadeiro início da liberdade. “Terra firme só, não vale” – diz-se a determinada altura.


Barnaby Keen é um músico britânico, mentor e membro de vários projectos do circuito underground londrino, entre eles os Flying Ibex (o seu projecto mais pessoal), e Electric Jalaaba, banda de carácter explosivo, largamente influenciada pelo Afro Beat. O seu trabalho despertou a atenção dos ouvidos mais atentos: James Blake escolheu uma canção de Barnaby Keen para rodar na sua mixtape para a BBC Radio 1 e Tom Ravenscroft destacou-o igualmente na BBC 6 Music. Keen colaborou com nomes como Andreya Triana, Kate Tempest, Kimberly Anne, Hudson Taylor e Bastille, para além de ter sido músico de sessão em estúdios como Abbey Road ou Church Studios.

Benjamim é já conhecido do público português por ter lançado o álbum 'Auto Rádio' em 2015 e por ter produzido ou tocado em inúmeros discos de vários nomes relevantes do panorama musical do país como B Fachada, Lena d'Água, Márcia, Éme, Pista, Golden Slumbers, João Coração, Frankie Chavez, Cassete Pirata ou Flak, só para referir alguns.

Os dois músicos, nascidos em 1986, cruzaram-se pela primeira vez em 2012, num cinema de Brixton, no sul de Londres, e selaram amizade a partir do gosto comum por um disco de Chico Buarque. Barnaby Keen viveu no Brasil durante seis meses, onde descobriu o amor pela língua portuguesa com sotaque brasileiro e pelos mestres do samba e da bossa nova.

O álbum contém canções escritas por ambos os músicos na respectiva língua. É um exercício de reciprocidade e partilha: Benjamim faz coros em inglês das canções de Barnaby e este empresta o seu sotaque brasileiro quebrado para fazer vozes em português nas canções de Benjamim. Os dois tocam quase tudo nos temas um do outro, escolhendo o melhor das capacidades de cada um, seja no saxofone, no piano ou na bateria.

'1986' foi gravado em duas sessões no estúdio 15A, casa da Pataca Discos que o lançará em vinil e formato digital ainda antes do Verão.

[Comunicado de imprensa]

Stone Dead estreiam-se em LP com “Good Boys”

O dia 13 de março assinalará nova aparição de proporções bíblicas: é a estreia dos Stone Dead no formato longa-duração com “Good Boys”, álbum que abrirá caminho na cena rock para a chegada dos novos judas do riff.

Namorando o conceptual, e ao longo de dez faixas, o quarteto de Alcobaça percorre o rock ’n roll de lés a lés nas botas de Tony Blue, personagem que vive nas músicas de “Good Boys”, que variam do psicadélico até guitarradas mais robustas sem que nunca se abdique do riff e das linhas de baixo gingonas como principais motores da narrativa. Em súmula, os Stone Dead apontam dez músicas trabalhadas com afinco para bater o pé e electrificar a espinha, crescendo para além especificidades genéricas, como se pode ouvir já na música de avanço “Moonchild”.


Os Stone Dead partem para a apresentação do novo conjunto de canções já em março, estando os concertos de apresentação oficiais apontados para os dias 16, em Lisboa, 18 na terra natal de Alcobaça e 24 no Porto, mas antes disso assinalam passagem no Évora Metal Fest, e têm ainda concertos marcados para Rio Maior e Monção. Em Abril partem à conquista da Europa com Killimanjaro, numa digressão com fecho apontado para SWR Barroselas Metalfest, onde actuarão enquanto porta-estandarte do festival Milhões de Festa. Eis as datas completas:

3.03 - Évora Metal Fest - Évora
16.03 - Sabotage Club - Lisboa
17.03 - Maiorais - Rio Maior
18.03 - Cineteatro D’Oliva Monteiro - Alcobaça
23.03 - Coimbra, TBA
24.03 - Woodstock 69 - Porto
25.03 - Porta Onze - Monção
30.04 - Milhões de Festa @ SWR - Barroselas

“Good Boys” terá selo da barcelense Lovers & Lollypops.

[Comunicado de imprensa]

21 de fevereiro de 2017

Capitão Fausto: Digressão de Teatros

Os Capitão Fausto iniciaram este mês com uma tour de Teatros para a apresentação pelo país do disco “Capitão Fausto Têm os Dias Contados”.

Agenda
- 4 de Fevereiro/ Torres Novas/ Teatro Virginia
- 10 de Fevereiro/ Tondela/ Acert
- 11 de Fevereiro/ Braga/ Theatro Circo
- 3 de Março/ Leiria/ Teatro José Lucio da Silva
- 4 de Março/ Alcobaça/ Cine Teatro
- 10 de Março/ Sintra/ Centro Cultural Olga Cadaval
- 11 de Março/ Ovar/ Centro de Artes de Ovar
- 18 de Março/ Portalegre/ CAE
- 25 de Março/ Vila Real/ Teatro de Vila Real

“Somos uma banda rock de Lisboa”. A simplicidade com que os Capitão Fausto se descrevem desarma qualquer um. Porque é assim que se sentem e é assim que vivem.

A história de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos tem o seu primeiro capítulo em 2011, com “Gazela” – o Álbum de estreia. Ali encontramos a urgência das canções juvenis, dos hinos pop que se cantam e sabem sempre a pouco.

Em 2014 “Pesar o Sol” chega aos escaparates. E é neste segundo Álbum (muitas vezes o tudo ou nada de tantos Artistas) que se impõem como uma das mais originais e criativas propostas do nosso país. Defendem-no ao vivo, com Espectáculos memoráveis nos grandes e pequenos festivais, nos clubes, nos Teatros, um pouco por todo o Portugal que os recebe e obriga a crescer. Comocresce exponencialmente a sua base de fãs, agora transformada em legião.

Em 2016 são as canções de “Capitão Fausto Têm os Dias Contados” que os levam a superar todas as expectativas. Pouco mais de 30 minutos de música e palavras, em modo pop recheado de primor e requinte, que contam as estórias de vida de cada um dos Capitão Fausto, mas que são muito mais que isso, porque crescer é para todos. Não se poupam os elogios e os aplausos, que chegam em catadupa. Os Capitão Fausto “afirmam-se como a voz de uma geração”, diz quem sabe. E esta geração quer elevar a clássicos imediatos as oito canções que lhe são oferecidas.



A promessa é agora certeza e o primeiro lugar do Top nacional de vendas é uma das consequências. Incontornáveis, chegam ao primeiro lugar do Top Cision (que avalia a visibilidade mediática dos Artistas nacionais).

Num ápice esgotam (em menos de uma semana) os dois Espectáculos de apresentação no Lux, em Lisboa. Passam pelo Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica.

2016 confirma que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada. Uma aposta na criatividade e no fulgor de uma banda que parece imparável. “Amanhã Tou Melhor” será seguramente um dos refrões mais cantados de 2016.

Em 2017 os Capitão Fausto apresentam o novo Álbum nas salas mais nobres do nosso país: os Teatros. E serão estes Teatros a mostrara Banda que soube como crescer ao lado dos fãs. A mostrar a Banda que renasce a cada disco, que se renova com o cuidado de quem quer construir uma carreira sólida, de uma forma aparentemente galopante mas sem o torpor do deslumbramento.

Para os Capitão Fausto “Os Dias Estão Contados”. Porque crescer é inevitável. E sabendo isso, vão continuar a fazê-lo nesta Digressãode Teatros.

12 de fevereiro de 2017

Vaarwell dão a conhecer primeiro tema do novo disco "Homebound 456"

Os Vaarwell são uma banda nascida em Lisboa em finais de 2014 e composta por Margarida Falcão (voz, guitarras, teclados e sintetizadores), Ricardo Nagy (guitarras e teclados) e Luís Monteiro (baixo e sintetizadores). 

O seu EP de estreia, «Love and Forgiveness», saiu em 2015 e chamou à atenção de alguma imprensa nacional e internacional, tendo o vídeoclip do single «Perfectly Fine» sido estreado na internacional Stereogum. O single «Branches» foi ainda escolhido por Henrique Amaro para integrar a colectânea Novos Talentos FNAC nesse ano. Recentemente, um tema inédito da banda foi incluído na banda sonora duma exposição do Philippe Starck no Groninger Museum (Holanda), apresentada no âmbito do festival Eurosonic Noorderslag 2017.

A banda prepara-se para lançar «Homebound 456», seu primeiro disco de longa duração. E dá-nos já a conhecer o primeiro tema de avanço, «YOU», cujo videoclipe foi realizado por Rui Vieira e produzido por João Abreu e Ricardo Miranda. 


Este disco contém 12 temas escritos por Margarida Falcão (música e letras) e Ricardo Nagy (música e produção) e foi gravado por Joaquim Monte no Namouche Estúdio, misturado e co-produzido por Paulo Mouta Pereira e masterizado por Miguel Pinheiro Marques (SDB Mastering). Para além dos Vaarwell, o disco conta ainda com a participação de Tomás Borralho (Anthony Left) e Diogo Teixeira de Abreu (Lotus Fever) nas baterias, Paulo Mouta Pereira (David Fonseca) no piano e Bernardo Afonso (Lotus Fever) nas teclas. 

​O design foi da responsabilidade d​e​ Manuela Abreu Peixoto.

«Homebound 456» chegará às plataformas digitais no dia 10 de Março e às lojas dia 17 de Março. Será apresentado ao vivo no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém no dia 16 de Março às 21h00, estando os bilhetes à venda no CCB, na Ticketline e nos locais habituais e ainda dia 17 de Março, no Salão Brazil, em Coimbra.

[Comunicado de imprensa]

2 de fevereiro de 2017

Novo disco dos The Poppers já está nas lojas

"Lucifer" é o nome do novo disco dos The Poppers e estará nas lojas no final do mês de Janeiro. Gravado nos Blacksheep Studios e produzido por The Legendary Tigerman, o registo marca o regresso às edições do colectivo dos Olivais e é a prova viva de que o Rock N’ Roll é a religião que mais fé deposita nos seus apóstolos. O tema single, "In The Morning", já roda nas rádios nacionais desde Junho do ano passado. 

Gravado e misturado por Guilherme Gonçalves e Masterizado por Nelson Carvalho, o Álbum conta com a participação de Filipe Costa (Teclados), Paulo Furtado (Baixo) e Ian Ottaway (texto e voz no tema Modern Wasteland).

"Lucifer” será editado com o selo Discos Tigre e Blitz Records, e distribuição Sony Music. O artwork, é da responsabilidade de Tó Trips e tem por base uma fotografia de Kid Richards.


Rock’n’roll não passa de moda, não entra em desuso e muito menos morre. Os The Poppers são a prova disso mesmo, agarrando na herança de um dos mais transversais géneros da música e transformando-a em provocação, intensidade e atitude. E sim é de palco que se fala aqui, esse que é terra natal para o quadrado composto por Rai, Bonés, Kid e Bruno. E sim também é sobre memórias que escrevemos: de vermos os The Poppers partilharem o palco com público e convidados especiais, de nos deixarmos arrebatar pela força da imprevisibilidade, e percebermos que a espontaneidade não é antónimo de perfeccionismo.

Após uma paragem, o palco vai voltar a ouvir os The Poppers, num regresso que se faz com disco novo, declaradamente o melhor da banda, onde coração e tripas se misturam com elegância e pujança. Produzido por Paulo Furtado, “Lucifer” foi gravado em “take direto” e é, antes de ser mais qualquer coisa, um símbolo de perseverança.


A história do novo longa duração começa em Londres, num dos mais referenciais estúdios da cidade, e na vontade da banda construir um disco que os catapultasse para outro universo. “Fomos para Londres com a esperança de gravar um disco com uma sonoridade diferente, não existiam ilusões, só a urgência de sair da nossa zona de conforto, trazer um disco que nos orgulhássemos. Viver uma experiência enquanto banda. Testar outros caminhos.“, esclarece Rai.

Foram dias intensos de gravação que se desencontraram com o resultado final. Começámos a receber as misturas e nada soava ao que tínhamos imaginado, tentámos várias abordagens na mistura, mas simplesmente não funcionou. Tivemos que tomar a difícil decisão de não editar o disco porque em momento algum iremos editar algo com o qual não estejamos confortáveis. A música é um retrato do que somos, do que sentimos e quando não há ligação emocional com os resultados, não faz sentido avançar. “, conta Rai.

Parar, respirar e recomeçar foi o caminho necessário escolhido pela banda até o encontro inevitável com Paulo Furtado que desde o primeiro dia assumiu a produção e incendiou o motor criativo de Rai e seu pares. Acabada a sessão de gravação ficou um enorme sentido de missão cumprida.

[Comunicado de imprensa]

15.º Festival Sons de Vez começa a 11 de fevereiro

O Festival Sons de Vez está de regresso ao Minho e desta vez com uma edição especial que assinala o 15.º aniversário de uma das mais antigas mostras de música moderna portuguesa. Em simultâneo decorre a votação dos Iberian Festival Awards para a qual está nomeado, pelo segundo ano consecutivo, na categoria de Best Indoor Festival. A cerimónia de anúncio dos vencedores terá lugar em Madrid a 16 de março.


Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa e, portanto, o nome escolhido para inaugurar esta edição comemorativa do Sons a 11 de fevereiro. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, mas tem sido a solo que tem batido todos os recordes. Com várias nomeações para Melhor Canção, Melhor Intérprete Individual e Personalidade Masculina do Ano, traz-nos “Crónicas da Cidade Grande”, um disco que entrou diretamente para o número 1 do iTunes e para o top 3 de vendas. A primeira parte fica a cargo de VIA, diminutivo de Elvira que é um dos talentos emergentes desta edição. 

O fim-de-semana seguinte faz-se de revivalismo rock. Primeiro com os Jarojupe, instituição do rock minhoto formada pelos irmãos Parente que acumulam mais de 30 anos de carreira. Trazem consigo uma mão cheia de clássicos e o último disco de originais editado o ano passado e que dá pelo nome de “A force of nature”. A noite de 18 de fevereiro soma e segue com os UHF de António Manuel Ribeiro. Em quase 40 anos de estrada, fica difícil eleger os momentos mais notáveis da sua carreira, embora “À flor da pele” editado em 1981 e, mais tarde, “Noites negras de azul” sejam marcos na história da música nacional que para sempre vão figurar no top dos discos mais vendidos em Portugal. 

A 25 de fevereiro, o microfone é entregue a Bezegol e à Rude Bwoy Band. Com um disco novo na calha do qual é já conhecido o single com Rui Veloso “Maria”, o repertório promete uma viagem pela discografia do músico cujo timbre de voz não deixa ninguém indiferente. Temas como “Rainha sem coroa” ou “Era tão bom” são hinos da Invicta e não vão ficar de fora deste alinhamento.

O segundo mês de programação do Sons de Vez arranca a 4 de março com Diogo Piçarra. “Espelho” foi um dos álbuns de maior sucesso na pop portuguesa e originou uma tour que o levou de Norte a Sul de Portugal e às ilhas, tocando para milhares de pessoas, com concertos enérgicos e surpreendentes. Para além dos grandes sucessos do disco “Tu e Eu”, e “Verdadeiro”, fazem ainda parte do seu cancioneiro temas nos quais participa com Jimmy P e Karetus e ainda o seu mais recente sucesso “Dialeto” que marcou o ritmo do verão.


A 11 de março apresentamos um cruzamento entre o flamengo e o fado em jeito de convite ao público da Galiza. Os Fado Violado protagonizam a noite com a apresentação do seu disco de estreia “Jangada de Pedra” que junta Ana Pinhal e Francisco Almeida na voz e guitarra, e uma mão cheia de virtuosos instrumentistas e back vocals.


O festival Sons de Vez prossegue a 18 de março em dose dupla. Primeiro com os The Twist Conection que trazem na formação elementos que integraram conhecidas bandas nacionais como WrayGunn, Bunnyranch, Tédio Boys ou Parkinsons. “Stranded Downtown” é o nome do recém-editado primeiro álbum de onde florescem relatos e boas referências e confluem estilos, todos marcantes no trajeto dos músicos, com forte ligação ao blues e ao garage. A segunda banda a pisar o palco são os Bed Legs que se situam algures entre a reivindicação de um blues musculado e o descomprometimento do rock n roll. A sua música assume-se marcada por uma constante “tertúlia” entre uma voz de charme e um power trio de intervenção.

Pedro Abrunhosa, o primeiro artista anunciado desta edição e um dos nomes maiores da música portuguesa, está confirmado para o dia 25 de março. Acompanhado dos Comité Caviar traz a Arcos de Valdevez o último disco de originais “Contramão” e uma seleção cuidada de hits que marcaram o seu percurso nestes últimos 20 anos de música.

O festival termina a 31 de março com três representações do hip-hop nacional. Primeiro, Abyss que nos vem apresentar “Segredos do meu diário” com versos carregados de metáforas, num registo de dez faixas que percorre toda a vida do rapper e as suas ambições na música. Logo a seguir, Chillange, que embora de origem moldava tomou o português para rimar e, apesar de não ser esta a sua língua materna, é notória a naturalidade com que escreve e rima no nosso idioma. A fechar a noite, Maze um dos MC’s e produtores do colectivo Dealema. Regressado do Festival Terra do Rap no Brasil, o rapper portuense apresenta-nos o seu mais recente álbum “Entranhas” considerado um dos discos do ano de onde se extraem “Musa” e “Moinhos de vento” que têm permanecido intactos no top das mais ouvidas na Antena 3.

Os bilhetes são colocados à venda na semana respeitante a cada concerto, sempre por contato telefónico pelo 258 520 520; informações adicionais pelo email casadasartes@cmav.pt e em facebook.com/sonsdevez

[Comunicado de imprensa]